O intrigante mundo dos clones não tinha limites. Com a contínua ascenção do Nintendo, as empresas “piratas” tornaram-se cada vez mais especializadas: consoles, controles, cópias de jogos e até versões não oficiais de jogos clássicos.
Por incrível que pareça, nem todas as criações piratas são de se jogar fora, uma muito interessante e (acreditem) bem feita, é Super Mário World, para o limitado sistema de 8 bits.
Com apenas 4 mundos, muito fiéis ao original, dava aos fãns do prejudicado Nintendinho o gosto de jogar um grande clássico dos 16 bits.




Infelizmente o jogo não tem um chefão na última fase, mesmo assim, vale o desafio!
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