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Os consolezinhos portáteis não são novidade, já passaram pelo nosso mundo o Game Boy (Nintendo) e Game Gear (Sega) mas com o estardalhaço feito pelo lançamento do Mega Drive P fica uma questão… existe outra opção?
O Portable Player da canadense PlayPal está no mercado já tem um tempo e é um híbrido com 20 jogos de Master System com Game Gear. Custa em torno de cinquenta dólares.
Algumas curiosidades sobre esse portátil: possui saída A/V, entrada para microfone (??) , utiliza três pilhas e conta ainda com conector para fonte externa!
Não é um primor de qualidade, lembra aqueles toscos “mini-games” mas pelo preço, está valendo.
Bom Natal e bons jogos!
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Com as festas de fim de ano (dia das crianças e Natal) vem também a busca pelos presentes. Nos tempos de X-Box, Playstation “63″ e cia., uma grande oportunidade surge com a venda de consoles considerados obsoletos.
Neste último fim de semana, estive vendo os preços dessas “relíquias do passado” e por volta de R$250,00 consegue-se um Master System e com cem reais a mais, um Mega Drive. Bem caro para consoles tão modestos e muito mais caro que o famigerado Polystation ofertado pelos vendedores ambulantes…
O detalhe está na diversão embutida: 81 jogos para M.D. e 131 para M.S! Ambos com dois controles e garimpando pelo mercadolivre.com.br pode-se obter ainda a pistola Light Phaser, sem contar os inúmeros títulos para esses consoles, por uma bagatela…
Só para não deixar passar em branco: Mega Drive e Master System, pela Tectoy e Polystation (clone do Nintendo 8 bits) pela -=alguém sabe?=-.

Como postagem sem imagem não tem graça, aqui está um dos grandes delírios de sua época, o Sega Mega Adaptor. Para os esquecidos, o dispositivo possibilitava o uso de cartuchos de Master System no Mega Drive.
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Em período de Pan do Rio, dois grandes jogos se destacaram em seu tempo pela diversão garantida, Olympic Gold Barcelona ‘92 (Megadrive e Master System, 1992) e Track & Field 2 (Nintendo, 1989). Autenticos destruidores de botões numa época em que função turbo era artigo de luxo. Para quem não conhece, se tiver oportunidade, jogue!

Track & Field 2

Olympic Gold – Master System

Olympic Gold – Mega Drive
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Em contraste com a entrada do sistema da Nintendo no Brasil, em 1989 a Sega aliou-se a empresa brasileira Tec Toy para comercializar seu console de 8 bits. Com uma ótima estratégia de marketing (os fabricantes dos clones do Nintendo praticamente nada fizeram) o aparelinho ficou conhecido e ganhou muitos adeptos.

O nome original do console era “Sega Master System power base” e era composto por dois controles, uma pistola, óculos 3D e continha em sua memória o jogo Missile Defense 3D.
Estranhamente, este conjunto nunca chegou a ser vendido no Brasil (questões econômicas?) apesar da primeira propaganda de televisão mostrar explicitamente todos esses acessórios. A cena mostrava um soldado vestindo uniforme preto, subindo as escadas de uma torre de observação que ao chegar ao topo, colocava os óculos 3D, empunhava a pistola laser gun e atirava nos mísseis que saiam da televisão.
Tudo muito convincente para as crianças que ficaram loucas, todo aquele aparato voltado apenas para a diversão, todos queriam “ser” o soldado e como havia uma quantidade considerável de títulos disponíveis no mercado, foi um enorme sucesso.
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Quando o Nintendo e o Master System foram lançados nos EUA em meados de 1986, ninguém poderia imaginar que seria o início de uma grande revolução na área do entretenimento.
Em época de Atari 2600 com seus gráficos pixelados (quadradinhos), jogos sem enredo e quase sem som, o novo console da Nintendo veio trazendo tudo que seu antecessor não possuia: cores, sons, músicas e desafios. Na prática, todos os consoles eram de 8 bits mas a Atari, acomodada, só percebeu que estava defasada tarde demais. Não vou nem comentar o lançamento do Atari 7800 (1986) pois o único que teve algum tipo de reconhecimento (se pode-se assim dizer) e capacidade computacional foi o portátil Lynx (1989).
A briga não era mesmo para a Atari. Logo as duas grandes potências, a Sega e a Nintendo, criaram uma rivalidade (aos olhos do grande público) entre seus grandes personagens: os Irmãos Mário e Alex Kidd. Era impossível encontrar jogadores “de centro” que gostavam dos dois sistemas e foi a primeira vez que notei que crianças (incluindo eu) tomando partido de algo e defendendo com tudo que podiam. Visões políticas por um joystick.
Graças a essa pequena diversidade, houveram muitos avanços tecnológicos para “recrutar” novos simpatizantes: A Sega com seus mágicos óculos para visão 3D e a Nintendo com seu marketing inteligente. Parece estranho? A Sega sempre inovou, mas suas campanhas não eram empolgantes e muito menos exploravam essas novas idéias, sorte da Nintendo.

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