Retrogaming

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Portáteis “Old School”

Junho 10, 2008 · Deixe um comentário

Retornando de uma visita ao Museu Nacional de Belas Artes – RJ, fiquei empolgado em escrever sobre duas maquininhas que não pegaram por essas terras, o Virtual Boy, espécie de Game Boy não portátil mas que é uma beleza de se jogar e o pequeníssimo Game & Watch da Nintendo.

Não vou alongar-me descrevendo as peculiaridades do Virtual Boy e Game & Watch. Apesar de ter jogado apenas Mario Tennis, pude ter a clara sensação de um ambiente 3D mesmo utilizando só 2 cores. Custou alguns segundos para fazer com que os olhos processassem tudo como uma só imagem mas depois, foi só diversão! Apenas dois incômodos mas que são superados em pouco tempo: não se vê o controle enquanto joga e a lentidão na percepção dos objetos que se aproximam (talvez esteja ficando velho…).

Já este Game & Watch que joguei era bem diferente dos que já vi por ai, tinha uma tela que era projetada, virava uma espécie de Game Boy da idade da pedra. Valeu como referência aos mini-games que ainda são vendidos.

Lindos equipamentos mas a falta de jogos os fazem realmente itens para colecionadores.

Para quem quer conhecer mais sobre a história dos videogames, até o dia 26 de junho no Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro) está acontecendo na mostra “Rio Criativo” a exposição “História do Videogame” Passado – Presente – Futuro do Marcelo Tavares, de terça a sexta-feira das 10:00 às 17:30, sábados, domingos e feriados de 12:00 às 16:30.

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Consoles portáteis – muito além do MDP

Dezembro 24, 2007 · Deixe um comentário

PlayPalOs consolezinhos portáteis não são novidade, já passaram pelo nosso mundo o Game Boy (Nintendo) e Game Gear (Sega) mas com o estardalhaço feito pelo lançamento do Mega Drive P fica uma questão… existe outra opção?

O Portable Player da canadense PlayPal está no mercado já tem um tempo e é um híbrido com 20 jogos de Master System com Game Gear. Custa em torno de cinquenta dólares.

Algumas curiosidades sobre esse portátil: possui saída A/V, entrada para microfone (??) , utiliza três pilhas e conta ainda com conector para fonte externa!

Não é um primor de qualidade, lembra aqueles toscos “mini-games” mas pelo preço, está valendo.

Bom Natal e bons jogos!

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Mega Drive P – II

Dezembro 1, 2007 · Deixe um comentário

Pois bem, dúvidas resolvidas e limitações conhecidas. O novo console não terá outra fonte de energia externa, será tudo nas 3 pilhas mesmo. Será que isso vai ser suficiente para terminar Kid Chameleon?

Além disso, não há possibilidade de inserir cartucho, ficando limitado aos 20 jogos da memória e sobre o som estéreo, pela resposta que obtive, informaram que existe entrada para fone de ouvido.

Sem críticas pesadas, o console merece muitos méritos, pelo preço que chega as lojas (5 de dezembro, preço sugerido de R$ 199,00) se fossem colocar entrada de cartucho, suporte a fonte externa, conector de joystick, custaria tanto quanto um Playstation 2…

Parabéns para a Tectoy!

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Antigo… mas novidade para o Natal!

Novembro 30, 2007 · Deixe um comentário

MDP 2A Tectoy lançou recentemente um novo console portátil baseado no sistema Sega Genesis chamado Mega Drive P ( ou MegaDriveP ?). Pelas considerações técnicas, não tenho muito a dizer pois nunca pus as mãos em um desses mas conhecendo o Mega Drive, pode-se ter uma noção!

MDP 1

 

Com previsão de lançamento para o próximo dia 5 de dezembro, deverá chegar as prateleiras custando algo em torno de duzentos mangos. Alguns sites estrangeiros já publicaram matérias sobre este feito da Tectoy (1, 2, 3) e alguns mais ansiosos postaram inclusive os meios de importação (para nós, exportação) para adquirir o produto que é único e tem tudo para figurar no roll dos consoles notáveis.

Um ponto negativo dessa obra foi a impossibilidade de se ter mais jogos, inclusive por cartuchos… fica para a próxima!

Bom, a primeira lida na descrição do produto no site do fabricante, fiquei com algumas dúvidas:

  1. Posso utiliza-lo na tomada ao invés de pilhas quando jogo na televisão?
  2. Sobre a conexão A/V, possui audio estéreo?

Bem, perguntas encaminhadas, assim que tiver resposta, posto de volta!

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Atari 2600 – Mais vivo do que você imagina

Julho 15, 2007 · 1 Comentário

Revirando os cantos escuros do armário achei a caixa do Atari, resolvi dar uma limpeza, tirar a poeira, usar o alcool isopropílico que nunca tinha sido usado nessa primeira limpeza que dava ao judiado consolezinho. Fiquei impressionado com a qualidade do acabamento tanto dos controles quanto à placa lógica do sistema.

Apenas por ver o mecanismo do controle pode-se dizer que a simplicidade e robustês andavam juntas. Sem aquelas comuns “bolinhas pretas” afixadas geralmente em películas de borracha para fazer o contato (a exemplo do controle do SNES, Megadrive e cia), a base do controle original do Atari era composto por pequenas placas de contato flexíveis, nada de borrachão, e nenhum outro componente eletrônico. Simples? Ninguém pode dizer que “moderno é melhor”, esses controles nunca foram limpos e ainda funcionam perfeitamente.

Já o console, apesar de estar num “ganibete” exageradamente grande, sua placa é pequena. Envolta por mais uma capa de alumínio para proteção adicional, a “casca do ovo” não deixava entrar poeira. Fiquei desapontado, sem sujeira!

Antiguidades a parte , a Jakks Pacific vende uma versão curiosa de Atari, portátil e com 10 jogos: do romantismo do desajeitado console a tecnologia dos portáteis. Se você ainda tem um Atari e precisa de peças de reposição, no Brasil é quase impossível encontrar, veja o site Atari Service.

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Fim para um, início para dois

Julho 4, 2007 · 1 Comentário

Quando o Nintendo e o Master System foram lançados nos EUA em meados de 1986, ninguém poderia imaginar que seria o início de uma grande revolução na área do entretenimento.

Em época de Atari 2600 com seus gráficos pixelados (quadradinhos), jogos sem enredo e quase sem som, o novo console da Nintendo veio trazendo tudo que seu antecessor não possuia: cores, sons, músicas e desafios. Na prática, todos os consoles eram de 8 bits mas a Atari, acomodada, só percebeu que estava defasada tarde demais. Não vou nem comentar o lançamento do Atari 7800 (1986) pois o único que teve algum tipo de reconhecimento (se pode-se assim dizer) e capacidade computacional foi o portátil Lynx (1989).

A briga não era mesmo para a Atari. Logo as duas grandes potências, a Sega e a Nintendo,  criaram uma rivalidade (aos olhos do grande público) entre seus grandes personagens: os Irmãos Mário e Alex Kidd. Era impossível encontrar jogadores “de centro” que gostavam dos dois sistemas e foi a primeira vez que notei que crianças (incluindo eu) tomando partido de algo e defendendo com tudo que podiam. Visões políticas por um joystick.

Graças a essa pequena diversidade, houveram muitos avanços tecnológicos para “recrutar” novos simpatizantes: A Sega com seus mágicos óculos para visão 3D e a Nintendo com seu marketing inteligente. Parece estranho? A Sega sempre inovou, mas suas campanhas não eram empolgantes e muito menos exploravam essas novas idéias, sorte da Nintendo.

Locadora

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