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Consoles portáteis – muito além do MDP

Dezembro 24, 2007 · Deixe um comentário

PlayPalOs consolezinhos portáteis não são novidade, já passaram pelo nosso mundo o Game Boy (Nintendo) e Game Gear (Sega) mas com o estardalhaço feito pelo lançamento do Mega Drive P fica uma questão… existe outra opção?

O Portable Player da canadense PlayPal está no mercado já tem um tempo e é um híbrido com 20 jogos de Master System com Game Gear. Custa em torno de cinquenta dólares.

Algumas curiosidades sobre esse portátil: possui saída A/V, entrada para microfone (??) , utiliza três pilhas e conta ainda com conector para fonte externa!

Não é um primor de qualidade, lembra aqueles toscos “mini-games” mas pelo preço, está valendo.

Bom Natal e bons jogos!

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Mega Drive P – II

Dezembro 1, 2007 · Deixe um comentário

Pois bem, dúvidas resolvidas e limitações conhecidas. O novo console não terá outra fonte de energia externa, será tudo nas 3 pilhas mesmo. Será que isso vai ser suficiente para terminar Kid Chameleon?

Além disso, não há possibilidade de inserir cartucho, ficando limitado aos 20 jogos da memória e sobre o som estéreo, pela resposta que obtive, informaram que existe entrada para fone de ouvido.

Sem críticas pesadas, o console merece muitos méritos, pelo preço que chega as lojas (5 de dezembro, preço sugerido de R$ 199,00) se fossem colocar entrada de cartucho, suporte a fonte externa, conector de joystick, custaria tanto quanto um Playstation 2…

Parabéns para a Tectoy!

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Antigo… mas novidade para o Natal!

Novembro 30, 2007 · Deixe um comentário

MDP 2A Tectoy lançou recentemente um novo console portátil baseado no sistema Sega Genesis chamado Mega Drive P ( ou MegaDriveP ?). Pelas considerações técnicas, não tenho muito a dizer pois nunca pus as mãos em um desses mas conhecendo o Mega Drive, pode-se ter uma noção!

MDP 1

 

Com previsão de lançamento para o próximo dia 5 de dezembro, deverá chegar as prateleiras custando algo em torno de duzentos mangos. Alguns sites estrangeiros já publicaram matérias sobre este feito da Tectoy (1, 2, 3) e alguns mais ansiosos postaram inclusive os meios de importação (para nós, exportação) para adquirir o produto que é único e tem tudo para figurar no roll dos consoles notáveis.

Um ponto negativo dessa obra foi a impossibilidade de se ter mais jogos, inclusive por cartuchos… fica para a próxima!

Bom, a primeira lida na descrição do produto no site do fabricante, fiquei com algumas dúvidas:

  1. Posso utiliza-lo na tomada ao invés de pilhas quando jogo na televisão?
  2. Sobre a conexão A/V, possui audio estéreo?

Bem, perguntas encaminhadas, assim que tiver resposta, posto de volta!

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Natal chegando, crianças alvoroçadas e pais em pânico

Outubro 29, 2007 · Deixe um comentário

Com as festas de fim de ano (dia das crianças e Natal) vem também a busca pelos presentes. Nos tempos de X-Box, Playstation “63″ e cia., uma grande oportunidade surge com a venda de consoles considerados obsoletos.

Neste último fim de semana, estive vendo os preços dessas “relíquias do passado” e por volta de R$250,00 consegue-se um Master System e com cem reais a mais, um Mega Drive. Bem caro para consoles tão modestos e muito mais caro que o famigerado Polystation ofertado pelos vendedores ambulantes…

O detalhe está na diversão embutida: 81 jogos para M.D. e 131 para M.S! Ambos com dois controles e garimpando pelo mercadolivre.com.br pode-se obter ainda a pistola Light Phaser, sem contar os inúmeros títulos para esses consoles, por uma bagatela…

Só para não deixar passar em branco: Mega Drive e Master System, pela Tectoy e Polystation (clone do Nintendo 8 bits) pela -=alguém sabe?=-.

Sega Mega Adaptor

Como postagem sem imagem não tem graça, aqui está um dos grandes delírios de sua época, o Sega Mega Adaptor. Para os esquecidos, o dispositivo possibilitava o uso de cartuchos de Master System no Mega Drive.

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Sega – Tec Toy: sem clones

Julho 4, 2007 · 2 Comentários

Em contraste com a entrada do sistema da Nintendo no Brasil, em 1989 a Sega aliou-se a empresa brasileira Tec Toy para comercializar seu console de 8 bits. Com uma ótima estratégia de marketing (os fabricantes dos clones do Nintendo praticamente nada fizeram) o aparelinho ficou conhecido e ganhou muitos adeptos.

Sega Master System

O nome original do console era “Sega Master System power base” e era composto por dois controles, uma pistola, óculos 3D e continha em sua memória o jogo Missile Defense 3D.

Estranhamente, este conjunto nunca chegou a ser vendido no Brasil (questões econômicas?) apesar da primeira propaganda de televisão mostrar explicitamente todos esses acessórios. A cena mostrava um soldado vestindo uniforme preto, subindo as escadas de uma torre de observação que ao chegar ao topo, colocava os óculos 3D, empunhava a pistola laser gun e atirava nos mísseis que saiam da televisão.

Tudo muito convincente para as crianças que ficaram loucas, todo aquele aparato voltado apenas para a diversão, todos queriam “ser” o soldado e como havia uma quantidade considerável de títulos disponíveis no mercado, foi um enorme sucesso.

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Fim para um, início para dois

Julho 4, 2007 · 1 Comentário

Quando o Nintendo e o Master System foram lançados nos EUA em meados de 1986, ninguém poderia imaginar que seria o início de uma grande revolução na área do entretenimento.

Em época de Atari 2600 com seus gráficos pixelados (quadradinhos), jogos sem enredo e quase sem som, o novo console da Nintendo veio trazendo tudo que seu antecessor não possuia: cores, sons, músicas e desafios. Na prática, todos os consoles eram de 8 bits mas a Atari, acomodada, só percebeu que estava defasada tarde demais. Não vou nem comentar o lançamento do Atari 7800 (1986) pois o único que teve algum tipo de reconhecimento (se pode-se assim dizer) e capacidade computacional foi o portátil Lynx (1989).

A briga não era mesmo para a Atari. Logo as duas grandes potências, a Sega e a Nintendo,  criaram uma rivalidade (aos olhos do grande público) entre seus grandes personagens: os Irmãos Mário e Alex Kidd. Era impossível encontrar jogadores “de centro” que gostavam dos dois sistemas e foi a primeira vez que notei que crianças (incluindo eu) tomando partido de algo e defendendo com tudo que podiam. Visões políticas por um joystick.

Graças a essa pequena diversidade, houveram muitos avanços tecnológicos para “recrutar” novos simpatizantes: A Sega com seus mágicos óculos para visão 3D e a Nintendo com seu marketing inteligente. Parece estranho? A Sega sempre inovou, mas suas campanhas não eram empolgantes e muito menos exploravam essas novas idéias, sorte da Nintendo.

Locadora

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