Retrogaming

Mundo moderno, crianças muito mais

Outubro 30, 2007 · Deixe um comentário

Em uma pesquisa recente feita pelo canal de televisão a cabo Nickelodeon, mostrou que as crianças brasileiras são as mais “antenadas” do mundo techie, ganhamos de Inglaterra, Suécia, Itália, entre outros mostrando que moramos num país melhor (sic).

Nickelodeon

Nada contra ficar horas na frente de uma televisão (jogando video-game, claro!) ou num computador mas parece que está havendo uma distorção nas análises desses resultados.

Como pode-se considerar tudo tão normal? Crianças com vários amigos virtuais que nunca viram, usando a televisão como forma de relaxar… Ausência dos pais? Nada como criar uma criança refém da tecnologia, com medo de um mundo real, sem os downloads e browsers.

Isso é apenas uma crítica aos pais relaxados que permitem essa selvageria com seus filhos afinal, é melhor “plugar” a criança a uma televisão a ter que leva-la ao parque.

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Como escreve?

Outubro 29, 2007 · 1 Comentário

Dúvida: escreve-se “Tec Toy” ou “Tectoy”? A velha questão do Tostines…

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Natal chegando, crianças alvoroçadas e pais em pânico

Outubro 29, 2007 · Deixe um comentário

Com as festas de fim de ano (dia das crianças e Natal) vem também a busca pelos presentes. Nos tempos de X-Box, Playstation “63″ e cia., uma grande oportunidade surge com a venda de consoles considerados obsoletos.

Neste último fim de semana, estive vendo os preços dessas “relíquias do passado” e por volta de R$250,00 consegue-se um Master System e com cem reais a mais, um Mega Drive. Bem caro para consoles tão modestos e muito mais caro que o famigerado Polystation ofertado pelos vendedores ambulantes…

O detalhe está na diversão embutida: 81 jogos para M.D. e 131 para M.S! Ambos com dois controles e garimpando pelo mercadolivre.com.br pode-se obter ainda a pistola Light Phaser, sem contar os inúmeros títulos para esses consoles, por uma bagatela…

Só para não deixar passar em branco: Mega Drive e Master System, pela Tectoy e Polystation (clone do Nintendo 8 bits) pela -=alguém sabe?=-.

Sega Mega Adaptor

Como postagem sem imagem não tem graça, aqui está um dos grandes delírios de sua época, o Sega Mega Adaptor. Para os esquecidos, o dispositivo possibilitava o uso de cartuchos de Master System no Mega Drive.

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The Simpsons Game – Sem Screenshots!

Agosto 23, 2007 · Deixe um comentário

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Há mais de 10 anos que Os Simpsons desembarcaram no Brasil, trazendo divertimento, críticas ao conhecido “american way of life” e o famoso bronzeado amarelo.
Diferente de outros grandes ícones de sua época, a família mais famosa de Springfield teve desde seus primórdios forte representação no mundo dos jogos eletrônicos partindo do difícil Bart Versus Space Mutants, passando por máquinas arcade em que Marge espancava os vilões com seu aspirador de pó até o ultra-realista The Simpsons Game para vários consoles.

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Alguém recorda? “Pine tudo com tinta rosa na primeira fase”

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Bart Versus The World: Difícil mas fácil se comparado ao seu predecessor. Confuso? Jogue e verá! =D

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Atari 2600 – Mais vivo do que você imagina

Julho 15, 2007 · 1 Comentário

Revirando os cantos escuros do armário achei a caixa do Atari, resolvi dar uma limpeza, tirar a poeira, usar o alcool isopropílico que nunca tinha sido usado nessa primeira limpeza que dava ao judiado consolezinho. Fiquei impressionado com a qualidade do acabamento tanto dos controles quanto à placa lógica do sistema.

Apenas por ver o mecanismo do controle pode-se dizer que a simplicidade e robustês andavam juntas. Sem aquelas comuns “bolinhas pretas” afixadas geralmente em películas de borracha para fazer o contato (a exemplo do controle do SNES, Megadrive e cia), a base do controle original do Atari era composto por pequenas placas de contato flexíveis, nada de borrachão, e nenhum outro componente eletrônico. Simples? Ninguém pode dizer que “moderno é melhor”, esses controles nunca foram limpos e ainda funcionam perfeitamente.

Já o console, apesar de estar num “ganibete” exageradamente grande, sua placa é pequena. Envolta por mais uma capa de alumínio para proteção adicional, a “casca do ovo” não deixava entrar poeira. Fiquei desapontado, sem sujeira!

Antiguidades a parte , a Jakks Pacific vende uma versão curiosa de Atari, portátil e com 10 jogos: do romantismo do desajeitado console a tecnologia dos portáteis. Se você ainda tem um Atari e precisa de peças de reposição, no Brasil é quase impossível encontrar, veja o site Atari Service.

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No Pan, pelas Olimpíadas

Julho 14, 2007 · 1 Comentário

Em período de Pan do Rio, dois grandes jogos se destacaram em seu tempo pela diversão garantida, Olympic Gold Barcelona ‘92 (Megadrive e Master System, 1992) e Track & Field 2 (Nintendo, 1989). Autenticos destruidores de botões numa época em que função turbo era artigo de luxo. Para quem não conhece, se tiver oportunidade, jogue!

Track & Field 2

Track & Field 2

Barcelona ‘92 - SMS

Olympic Gold – Master System

Olympic Gold - MD

Olympic Gold – Mega Drive

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Obra-prima da pirataria

Julho 9, 2007 · Deixe um comentário

O intrigante mundo dos clones não tinha limites. Com a contínua ascenção do Nintendo, as empresas “piratas” tornaram-se cada vez mais especializadas: consoles, controles, cópias de jogos e até versões não oficiais de jogos clássicos.
Por incrível que pareça, nem todas as criações piratas são de se jogar fora, uma muito interessante e (acreditem) bem feita, é Super Mário World, para o limitado sistema de 8 bits.
Com apenas 4 mundos, muito fiéis ao original, dava aos fãns do prejudicado Nintendinho o gosto de jogar um grande clássico dos 16 bits.

SMW1

SMW2

SMW3

SMW Ending

Infelizmente o jogo não tem um chefão na última fase, mesmo assim, vale o desafio!

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Mais clones

Julho 6, 2007 · Deixe um comentário

O NES no Brasil ainda foi representado por inúmeros consoles. De cópia quase fiel com o Bit System da Dismac (esse tinha uma aparência muito simpática) para os mais espertos que suportavam cartuchos de 60 ou 72 pinos (leia CCE Top Game VG9000, Top System da Milmar, Dynavision 3 da Dynacom…) até os patinhos-feios como o Super Charger que era importado do Japão (não era feio na verdade, tinha um design diferente).

Infelizmente, ninguém aprendeu com seu concorrente sobre como criar um controle decente. A maioria utilizava o conector tipo DB9 (mesmo encaixe do Atari, Master System e Genesis/Mega Drive) e apenas o Bit System insistiu no padrão Nintendo. A anatomia do controle preferida foi a “meia lua”, como no Genesis/Mega Drive. O Phantom System o utilizava, assim como um outro console (esse é difícil, tenho que pesquisar para descobrir o nome) só que “ao contrário”. Terrível idéia…

 

Milmar - Top System

Top System da Milmar

 

Top Game VG9000

Top Game da CCE

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Sega – Tec Toy: sem clones

Julho 4, 2007 · 2 Comentários

Em contraste com a entrada do sistema da Nintendo no Brasil, em 1989 a Sega aliou-se a empresa brasileira Tec Toy para comercializar seu console de 8 bits. Com uma ótima estratégia de marketing (os fabricantes dos clones do Nintendo praticamente nada fizeram) o aparelinho ficou conhecido e ganhou muitos adeptos.

Sega Master System

O nome original do console era “Sega Master System power base” e era composto por dois controles, uma pistola, óculos 3D e continha em sua memória o jogo Missile Defense 3D.

Estranhamente, este conjunto nunca chegou a ser vendido no Brasil (questões econômicas?) apesar da primeira propaganda de televisão mostrar explicitamente todos esses acessórios. A cena mostrava um soldado vestindo uniforme preto, subindo as escadas de uma torre de observação que ao chegar ao topo, colocava os óculos 3D, empunhava a pistola laser gun e atirava nos mísseis que saiam da televisão.

Tudo muito convincente para as crianças que ficaram loucas, todo aquele aparato voltado apenas para a diversão, todos queriam “ser” o soldado e como havia uma quantidade considerável de títulos disponíveis no mercado, foi um enorme sucesso.

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No Brasil, com a Gradiente e Dynacom

Julho 4, 2007 · 2 Comentários

Enquanto isso, no início da década de 90 desembarcavam por aqui as “novas” tecnologias. A Gradiente lança seu console Phantom System compatível com os cartuchos de seu primo americano, o Nintendo, de 72 pinos e a Dynacom com seu Dynavision seguindo a linha do Nintendo japonês de 60 pinos.

Aparentemente essa divisão poderia causar um certo desconforto para os consumidores uma vez que a incompatibilidade dos cartuchos poderia gerar muitos equívocos aos pais desavisados mas, o padrão foi logo estabelecido e os cartuchos de 72 pinos prevaleceram. Aos consoles de 60 pinos restou uma alternativa simples: um adaptador de 72 para 60 pinos que foi muito utilizado.

Neste período algo curioso acontece que hoje é exaustivamente discutido na mídia, a pirataria. Como se classifica um equipamento criado a partir de outro? Pirata? A terminologia usada na época foi “clone” e ironicamente foi graças aos clones que houve a popularização do vídeo-game no Brasil.

O conceito de clones não se limitou aos consoles, pequenas empresas de eletrônica passaram a reproduzir cartuchos de jogos para alimentar o mercado nacional ainda muito sem expressão, surgiram então os famigerados cartuchos de 96, 120, 32 jogos, Rockman, que é a versão janonesa (60 pinos) do Megaman, só que para 72 pinos, entre outros, todos a um preço acessível. Enfim, diversão para as massas.

Gradiente Phantom System

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