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jogos como antes, diversão como nunca

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Written by villefilho

junho 23, 2015 at 17:32

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No Pan, pelas Olimpíadas

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Em período de Pan do Rio, dois grandes jogos se destacaram em seu tempo pela diversão garantida, Olympic Gold Barcelona ’92 (Megadrive e Master System, 1992) e Track & Field 2 (Nintendo, 1989). Autenticos destruidores de botões numa época em que função turbo era artigo de luxo. Para quem não conhece, se tiver oportunidade, jogue!

Track & Field 2

Track & Field 2

Barcelona ‘92 - SMS

Olympic Gold – Master System

Olympic Gold - MD

Olympic Gold – Mega Drive

Procurando por Olympic Gold Barcelona ’92? Clique aqui!

Written by villefilho

julho 14, 2007 at 14:11

Obra-prima da pirataria

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O intrigante mundo dos clones não tinha limites. Com a contínua ascenção do Nintendo, as empresas “piratas” tornaram-se cada vez mais especializadas: consoles, controles, cópias de jogos e até versões não oficiais de jogos clássicos.
Por incrível que pareça, nem todas as criações piratas são de se jogar fora, uma muito interessante e (acreditem) bem feita, é Super Mário World, para o limitado sistema de 8 bits.
Com apenas 4 mundos, muito fiéis ao original, dava aos fãns do prejudicado Nintendinho o gosto de jogar um grande clássico dos 16 bits.

SMW1

SMW2

SMW3

SMW Ending

Infelizmente o jogo não tem um chefão na última fase, mesmo assim, vale o desafio!

Written by villefilho

julho 9, 2007 at 12:46

Publicado em jogo, nintendo, pirata

Mais clones

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O NES no Brasil ainda foi representado por inúmeros consoles. De cópia quase fiel com o Bit System da Dismac (esse tinha uma aparência muito simpática) para os mais espertos que suportavam cartuchos de 60 ou 72 pinos (leia CCE Top Game VG9000, Top System da Milmar, Dynavision 3 da Dynacom…) até os patinhos-feios como o Super Charger que era importado do Japão (não era feio na verdade, tinha um design diferente).

Infelizmente, ninguém aprendeu com seu concorrente sobre como criar um controle decente. A maioria utilizava o conector tipo DB9 (mesmo encaixe do Atari, Master System e Genesis/Mega Drive) e apenas o Bit System insistiu no padrão Nintendo. A anatomia do controle preferida foi a “meia lua”, como no Genesis/Mega Drive. O Phantom System o utilizava, assim como um outro console (esse é difícil, tenho que pesquisar para descobrir o nome) só que “ao contrário”. Terrível idéia…

 

Milmar - Top System

Top System da Milmar

 

Top Game VG9000

Top Game da CCE

Written by villefilho

julho 6, 2007 at 01:28

Sega – Tec Toy: sem clones

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Em contraste com a entrada do sistema da Nintendo no Brasil, em 1989 a Sega aliou-se a empresa brasileira Tec Toy para comercializar seu console de 8 bits. Com uma ótima estratégia de marketing (os fabricantes dos clones do Nintendo praticamente nada fizeram) o aparelinho ficou conhecido e ganhou muitos adeptos.

Sega Master System

O nome original do console era “Sega Master System power base” e era composto por dois controles, uma pistola, óculos 3D e continha em sua memória o jogo Missile Defense 3D.

Estranhamente, este conjunto nunca chegou a ser vendido no Brasil (questões econômicas?) apesar da primeira propaganda de televisão mostrar explicitamente todos esses acessórios. A cena mostrava um soldado vestindo uniforme preto, subindo as escadas de uma torre de observação que ao chegar ao topo, colocava os óculos 3D, empunhava a pistola laser gun e atirava nos mísseis que saiam da televisão.

Tudo muito convincente para as crianças que ficaram loucas, todo aquele aparato voltado apenas para a diversão, todos queriam “ser” o soldado e como havia uma quantidade considerável de títulos disponíveis no mercado, foi um enorme sucesso.

Veja aqui a variedade de consoles Master System disponíveis no mercado!

Written by villefilho

julho 4, 2007 at 17:42

Publicado em master system, sega, tec toy

No Brasil, com a Gradiente e Dynacom

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Enquanto isso, no início da década de 90 desembarcavam por aqui as “novas” tecnologias. A Gradiente lança seu console Phantom System compatível com os cartuchos de seu primo americano, o Nintendo, de 72 pinos e a Dynacom com seu Dynavision seguindo a linha do Nintendo japonês de 60 pinos.

Aparentemente essa divisão poderia causar um certo desconforto para os consumidores uma vez que a incompatibilidade dos cartuchos poderia gerar muitos equívocos aos pais desavisados mas, o padrão foi logo estabelecido e os cartuchos de 72 pinos prevaleceram. Aos consoles de 60 pinos restou uma alternativa simples: um adaptador de 72 para 60 pinos que foi muito utilizado.

Neste período algo curioso acontece que hoje é exaustivamente discutido na mídia, a pirataria. Como se classifica um equipamento criado a partir de outro? Pirata? A terminologia usada na época foi “clone” e ironicamente foi graças aos clones que houve a popularização do vídeo-game no Brasil.

O conceito de clones não se limitou aos consoles, pequenas empresas de eletrônica passaram a reproduzir cartuchos de jogos para alimentar o mercado nacional ainda muito sem expressão, surgiram então os famigerados cartuchos de 96, 120, 32 jogos, Rockman, que é a versão janonesa (60 pinos) do Megaman, só que para 72 pinos, entre outros, todos a um preço acessível. Enfim, diversão para as massas.

Gradiente Phantom System

Onde encontro um Phantom System?

Written by villefilho

julho 4, 2007 at 15:19

Fim para um, início para dois

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Quando o Nintendo e o Master System foram lançados nos EUA em meados de 1986, ninguém poderia imaginar que seria o início de uma grande revolução na área do entretenimento.

Em época de Atari 2600 com seus gráficos pixelados (quadradinhos), jogos sem enredo e quase sem som, o novo console da Nintendo veio trazendo tudo que seu antecessor não possuia: cores, sons, músicas e desafios. Na prática, todos os consoles eram de 8 bits mas a Atari, acomodada, só percebeu que estava defasada tarde demais. Não vou nem comentar o lançamento do Atari 7800 (1986) pois o único que teve algum tipo de reconhecimento (se pode-se assim dizer) e capacidade computacional foi o portátil Lynx (1989).

A briga não era mesmo para a Atari. Logo as duas grandes potências, a Sega e a Nintendo,  criaram uma rivalidade (aos olhos do grande público) entre seus grandes personagens: os Irmãos Mário e Alex Kidd. Era impossível encontrar jogadores “de centro” que gostavam dos dois sistemas e foi a primeira vez que notei que crianças (incluindo eu) tomando partido de algo e defendendo com tudo que podiam. Visões políticas por um joystick.

Graças a essa pequena diversidade, houveram muitos avanços tecnológicos para “recrutar” novos simpatizantes: A Sega com seus mágicos óculos para visão 3D e a Nintendo com seu marketing inteligente. Parece estranho? A Sega sempre inovou, mas suas campanhas não eram empolgantes e muito menos exploravam essas novas idéias, sorte da Nintendo.

Locadora

Written by villefilho

julho 4, 2007 at 12:17